terça-feira, 18 de novembro de 2014

O mal do preconceito

imagem daqui


"O preconceito existe, forte como nunca. Não necessariamente no menino de rua, no jovem que parou de estudar no ensino fundamental ou na moça que vende...”

O mal do preconceito:

O preconceito é um juízo pré-concebido que se manifesta numa atitude discriminatória, perante pessoas, crenças, sentimentos e escolhas felizes de vida. Exemplo: Eu não suporto ver a minha filha namorar com aquele maluco. Eu não quero a minha filha namorando aquele negro ou aquele aleijado, não levando em - conta o fator felicidade existente na relação que descrimina. O preconceito pode acontecer de uma forma banal, ate um pensamento, por exemplo: que feio, que feia, ele tem um defeito físico, ela parece um gato desconfiado, ele ou ela é pobre. Ou de uma forma concreta onde o individuo segrega da sociedade ou meio onde vive pessoas consideradas diferente do padrão social, religioso, racial, doente, idoso, pobre e outros.



Nos tempos atuais o preconceito mais destacado nas mídias e artigos afins é a “homofobia”
Ao longo de todo o processo de investigação – ações constataram que a homofobia é estrutural e estruturante de uma sociedade que temos que mudar e tornar mais justa.
Quer queiramos, quer não, somos todos filhos da homofobia. Porém, a luta que travamos contra a homofobia, antes de mais nada em nós mesmos, tornar-nos mais fortes do que ela. Conhecer os mecanismos sociais da homofobia não nos enfraquece nem reduz à vitimação – pelo contrário, torna-nos sujeitos mais autônomos.

Por cada homossexual que se suicida, por cada um/a que sofre em silêncio e solidão as suas próprias contradições, por cada jovem expulso de casa dos pais por amar quem ama, por cada pessoa que pela sua orientação sexual perde o emprego, ou não encontra, ou passa anos a ver os colegas passarem-lhe à frente na carreira.

Ref: http://homossexualidade.blogspot.com.br/
 http://blogdapoesia-anselmo.blogspot.com.br/2013/10/o-mal-do-preconceito-mente-dividida.html

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Ao conhecer o Trabalho do CVV, percebi que uma mudança radical tinha que ser feita que envolvesse minhas convicções e certezas, que tudo que estava fora do meu padrão de educação familiar, era por mim abominado. Como se a minha verdade fosse única e indiscutível. Estou falando do preconceito sexual, e ainda garantia que não era preconceituosa, pois em relação a raças eu não sentia nenhuma diferença. Também não percebia que existiam muitas formas de preconceitos como os citados no texto, até mesmo em formas de pensamentos ainda que não expressos por gestos e atitudes. Foi com a proposta de mudança que reconheci que o rejeitar estava dentro de mim e que denegria minha alma.

Que minha ótica não só me impediria de realizar o meu grande propósito de ser voluntária do CVV, como envenenava todo meu ser, e que esta mudança não poderia ser aparente, eu realmente tinha que acreditar que o preconceito e danoso em qualquer ambiente onde eu viva. Na Escola, no lar, na sociedade e principalmente no Trabalho. Portanto dentre tudo que aprendi e continuo aprendendo dentro da filosofia, e os benefícios que tive ao me propor a ser uma pessoa melhor, o preconceito foi uns dos fatores de maior relevância na voluntária que nascia.

Por: Cecilia-Guará

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