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"O preconceito existe, forte como nunca. Não necessariamente no menino de rua, no jovem que parou de estudar no ensino fundamental ou na moça que vende...”
O mal do preconceito:
O preconceito é um juízo pré-concebido que se manifesta numa atitude discriminatória, perante pessoas, crenças, sentimentos e escolhas felizes de vida. Exemplo: Eu não suporto ver a minha filha namorar com aquele maluco. Eu não quero a minha filha namorando aquele negro ou aquele aleijado, não levando em - conta o fator felicidade existente na relação que descrimina. O preconceito pode acontecer de uma forma banal, ate um pensamento, por exemplo: que feio, que feia, ele tem um defeito físico, ela parece um gato desconfiado, ele ou ela é pobre. Ou de uma forma concreta onde o individuo segrega da sociedade ou meio onde vive pessoas consideradas diferente do padrão social, religioso, racial, doente, idoso, pobre e outros.
Nos tempos atuais o preconceito mais destacado nas mídias e artigos afins é a “homofobia”
Ao longo de todo o processo de investigação – ações constataram que a homofobia é estrutural e estruturante de uma sociedade que temos que mudar e tornar mais justa.
Quer queiramos, quer não, somos todos filhos da homofobia. Porém, a luta que travamos contra a homofobia, antes de mais nada em nós mesmos, tornar-nos mais fortes do que ela. Conhecer os mecanismos sociais da homofobia não nos enfraquece nem reduz à vitimação – pelo contrário, torna-nos sujeitos mais autônomos.
Por cada homossexual que se suicida, por cada um/a que sofre em silêncio e solidão as suas próprias contradições, por cada jovem expulso de casa dos pais por amar quem ama, por cada pessoa que pela sua orientação sexual perde o emprego, ou não encontra, ou passa anos a ver os colegas passarem-lhe à frente na carreira.
Ref: http://homossexualidade.blogspot.com.br/
http://blogdapoesia-anselmo.blogspot.com.br/2013/10/o-mal-do-preconceito-mente-dividida.html
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Que minha ótica não só me impediria de realizar o meu grande propósito de ser voluntária do CVV, como envenenava todo meu ser, e que esta mudança não poderia ser aparente, eu realmente tinha que acreditar que o preconceito e danoso em qualquer ambiente onde eu viva. Na Escola, no lar, na sociedade e principalmente no Trabalho. Portanto dentre tudo que aprendi e continuo aprendendo dentro da filosofia, e os benefícios que tive ao me propor a ser uma pessoa melhor, o preconceito foi uns dos fatores de maior relevância na voluntária que nascia.
Por: Cecilia-Guará

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