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Relação de ajuda: Congruência e Empatia
“Para sermos capazes de ajudar os outros, é preciso, em primeiro lugar, aprendermos a ajudar-nos a nós próprios. "
(Ouspensky, 1997)
Antes de entrar para o trabalho só tinha ouvido a palavra Empatia uma única vez, e não havia entendido o que significava. Quando no CVV me deparei com essa palavra, que muito chamou minha atenção porque finalmente eu poderia saber de seu significado. Falando do lado poético a princípio achei que Empatia era uma espécie de simpatia entre almas não tinha nada a ver com a aparência, uma coisa que vem de dentro. Já envolvida com os conhecimentos adquiridos nos treinamentos do CVV percebi que Empatia é um sentimento que deve andar junto com a relação de ajuda, logo precisamos essencialmente saber o que o OUTRO sente quando procura ajuda.
Para isso é necessário uma definição que possa representar o sentimento com o qual estamos lidando. Então podemos começar falando de “congruência” .
Congruência
- A congruência é uma característica essencial da pessoa emocionalmente sã.
- Segundo Jourard (1994), aquilo que leva os indivíduos a procurarem uma relação de ajuda é muitas vezes a falta de congruência.
A partir daí vamos ver que a Empatia pode e deve ser usada, partindo-se do principio que – Empatia - é a capacidade psicológica para sentir o que sentiria a outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Para que sejamos bem sucedidos nessa intenção, é de extrema importância que o voluntário seja congruente não devemos demonstrar contradição entre aquilo que sentimos e aquilo que comunicamos.
A congruência do voluntário, constitui uma forma suplementar de se respeitar e de manifestar um respeito ao OUTRO - A congruência manifesta-se num voluntário que se sente confortável consigo próprio, que vive em harmonia com as suas emoções e comportamentos a elas inerentes. Para desenvolver a nossa capacidade de se colocar no lugar do OUTRO é preciso que nos concentremos totalmente na pessoa que nos procura e de alguma forma comunicarmos aquilo que nos foi dito de uma forma sutil, ou seja, precisamos demonstrar o quanto o entendemos. O voluntário congruente não é aquele que vive na defensiva, devemos baixar nossas defesas e colocar em pratica a aceitação e o respeito, impedindo que nessa relação haja espaço para o preconceito e julgamento. Assim sendo aumentar a nossa capacidade de estar em contato próximo com o que o outro vive no momento e se colocar no seu lugar.
Por: Cecília-Guará
Fonte de consulta: http://prezi.com/tcuefeoxr-fa/congruencia-e-empatia/


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